Este blog destina-se à disciplina de Área de Projecto da Escola Básica e Secundária de Machico, da aluna Ana Luísa Sardinha, tendo como objectivo facilitar a exposição do trabalho realizado ao longo do ano lectivo.






segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Diário de bordo de 22/11/2010

Esta aula foi pouco produtiva, pois não tive oportunidade de ter um portátil, visto que vêm poucos relativamente ao número de alunos da minha turma. Logo, a continuidade de pesquisa e tratamento de informação "falhou" um bocado.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Diário de bordo de 17/11/2010

Desta vez a nossa "aula" foi no auditório (sala 205), onde tivemos uma apresentação/formação relativa à moda com uma jovem estilista madeirense, Lisandra Pereira, por parte do "grupo da moda". Esta apresentação incidiu mais sobre a parte prática da moda, ou seja, os desfiles e a sua organização.
No entanto, antes desta apresentação ser realizada, o grupo teve alguns problemas com o portátil que tinha sido disponibilizado pela escola, pois não tinha o programa adequado. Este problema causou algum desconforto e aborrecimento por parte dos alunos, pois já não é a primeira vez em que nos debatemos com problemas destes no computadores da escola.
Tirando este imprevisto, gostei imenso da apresentação. Tive a oportunidade de saber como se organizam desfiles, as fases em que consistem, etc.
As duas turmas de artes da nossa escola (11º e 12º ano) foram também convidadas a assistir à apresentação.

Diário de bordo de 15/11/2010

Nesta aula, cada grupo de trabalho apresentou a sua planificação à turma, dando a conhecer um pouco do seu tema, e como iriam trabalhá-lo. Na minha turma há 5 grupos, sendo o grupo do(a):
- Radioactividade, constituído pela Élida, Eleonora, Lauren e Marta;
- Fashion SCAM, constituído pela Bárbara, Jéssica, Mara e Maria João;
- Turismo Subaquático, constituído pela Maria, Mário, Nelson e Flávio;
- Células Estaminais, constituído por mim, Laura, Carolina Costa e Joana;
- Imigração Ilegal, constituído pela Simone, Tatiana, Carolina Moreira, Carolina Spínola e Daniela.

Como é visível, todos os grupos têm temas muito diferentes, o que é bom, pois assim ficamos com a saber "um bocadinho de tudo". Achei este último tema interessante, pois é pouco falado e muitas vezes não sabemos como "reagir" em situações destas.

Esperemos que toda a gente cumpra todos os objectivos propostos.

Diário de bordo de 8/11/2010

Nesta aula acabámos a planificação e decidimos o que cada elemento do grupo iria apresentar na aula seguinte.
Seguidamente, cada elemento do grupo pesquisou informação relativa aos seus subtemas de trabalho.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Diário de bordo de 3/11/10

Nesta aula tivemos a presença da Sr Diva Pita do Projecto rs4e (Road Show for Entrepreneurship). Começámos por relembrar o que fizemos na aula anterior, e quais os objectivos das actividades feitas.
Entretanto, a sr Diva fez uma pequena introdução à aula de hoje com um jogo de ligar os pontos. Foi quase como um quebra-cabeças, foi difícil chegar a uma resposta ao problema.. Até que a minha colega Eleonora descobriu o "segredo". Daí, falámos sobre a capacidade de obter ideias, o que, para mim, é difícil.
De seguida foi-nos pedido para dar exemplos de produtos criados desde à 6 anos. Concluímos que todos os exemplos dados foram resultado da evolução de "coisas" que já existiam.
Também nos foi dado a conhecer o sistema SCAM - Substituir, Combinar, Adaptar, Maximizar/Minimizar, com o qual nos podemos orientar para "reinventar" um produto, que poderá ser visto como uma solução ou oportunidade de negócio.
Após isto, a orientadora Diva fez referência ao Sr Walt Disney, pois utilizou aquele sistema para criar o Mickey Mouse e algumas personagens da Disney de hoje em dia. Analisámos também o seu processo de obtenção de ideias.
Depois foi-nos dado o desafio de, com copos de plástico, pensarmos em utilidades ou materiais que poderiam surgir a partir deles.

Achei uma actividade interessante, pois reconheci que afinal não é assim tão difícil ter ideias com alguma utilidade, e também para perceber que, antes de "inventar" algum produto para comercializá-lo, é necessário considerar todas as ideias que nos venham à cabeça, por mais absurdas que sejam, para depois então poder analisá-las.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Diário de bordo de 27/10/10

Nesta aula, durante a minha pesquisa, encontrei alguns vídeos que "satisfizeram", no geral, os subtemas do nosso projecto. Mostrei-o aos membros do grupo e concordámos em guardá-lo para mais tarde podermos trabalhá-lo e até juntá-lo à nossa apresentação. Tudo ia bem, até a Internet falhar, pois o laboratório móvel tem limite de Internet para 10 computadores. Esta "falta" de internet acaba por nos prejudicar, pois acabamos por não puder fazer nada na sala de aula sem a internet. Ou seja, temos que fazer trabalho de casa. :p

Diário de bordo de 25/10/10

Neste dia tivemos a sorte de a Internet estar a funcionar sem problemas. Pesquisei sobre os meus subtemas: a Engenharia de tecidos e Criopreservação. Encontrei também informação que complementou os subtemas dos elementos do grupo. A aula decorreu sem problemas.

Diário de bordo de 20/10/10

Nesta aula acabámos a planificação que tinhamos começado na aula anterior.
Como cada membro do grupo teve a possibilidade de ter um portátil, prosseguimos com a pesquisa e tratamento de informação sobre o nosso tema.
Novamente, a Internet dificultou um bocado o nosso trabalho. No entanto, eu tinha alguma informação em papel, por isso ocupei-me com o tratamento desta informação.

Diário de bordo de 18/10/10

Neste dia, segunda-feira, a professora informou-nos sobre a necessidade de fazer a planificação do nosso projecto, e que a sua data de entrega seria a 10 de Novembro, tal como a sua apresentação à turma.
Como já tinhamos a planificação "alinhavada", prosseguimos com o seu melhoramento e calendarização das actividades a realizar ao longo do ano lectivo, deixando para a próxima aula a conclusão da restante planificação.
Terminada esta tarefa, o grupo decidiu dividir alguns subtemas pelos elementos do grupo, para cada um colaborar na elaboração do trabalho escrito.
Tivemos alguma dificuldade na pesquisa de informação, pois nesse dia tinhamos um portátil para duas pessoas.

Diário de bordo de 13/10/10

Nesta aula contámos com a presença da senhora Diva, do Projecto rs4e, que nos apresentou um vídeo como forma de nos dar a conhecer melhor o "conteúdo" deste projecto.
Depois disto, fizemos o jogo do Bingo com o objectivo de, no fim do jogo, debater sobre algumas características próprias de um empreendedor. Achei um jogo interessante, pois acabei por conhecer melhor os meus colegas ao "saber" de experiências que já tinham vivido.
Após este jogo, formámos grupos aleatórios, com o intuito de representar, através de um desenho, o que era o empreendedorismo, para nós. Tivemos cerca de 15 minutos para realizar esta tarefa, tendo apenas 30 segundos para apresentar o nosso desenho à turma, o qual foi realizado com sucesso por toda a turma.
Achei esta aula diferente, cativante e divertida, o que me entusiasmou ainda mais pela nossa participação neste projecto.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Trabalho-Projecto: Como fazer?

1. O que é ?...

O Trabalho de Projecto é, fundamentalmente, um modus operandi uma estratégia que implica um método de acção participado, solidário, tendo em vista objectivos realizáveis e estabelecidos de comum acordo.

Procura-se, através dele, encontrar respostas para determinados problemas.

Investigar e propor soluções pressupõe a alteração de situações previamente identificadas, isto é, uma análise-diagnóstico do estado real das coisas, com o desejo/projecto de mudar qualitativamente pelo menos alguns aspectos do status quo, percorrendo várias etapas.

A metodologia de projecto assenta numa ordem lógica de procedimentos e operações que se interligam.

Daí decorre que os 'problemas' possam ser de vária ordem: cognitivos, efectivos, sociais, institucionais, etc.

A metodologia de projecto, enquanto método de planeamento é, a um tempo, uma forma de saber o que pretendemos, de mobilizar e identificar os recursos disponíveis e de circunscrever as fronteiras do campo de acção sobre o qual nos propomos actuar.

2. Como é ?...

Para que o projecto não se revele irrealista, desenquadrado e fortuito, há que conhecer e diagnosticar a realidade, identificando os problemas que existem: é a possibilidade de apreensão/compreensão dos problemas que torna o projecto viável e significativo.

A situação-problema terá de ser descrita, caracterizada, para que seja possível o seu desdobramento em problemas mais parcelares. Recorre-se, então, a variadas técnicas de investigação:

Documentais: análise de textos, recolha de informações, consulta de arquivos (textos, filmes, fotos,...)

Não-documentais: inquéritos por questionário, entrevistas, observação,...

3. Para quê ?...


Ora, para resolver os problemas encontrados (e posteriormente seleccionados), é preciso estabelecer objectivos/metas a atingir, ou seja, pensar no para quê?, o que permitirá manter, por um lado, o rumo-do-projecto, sem desvios significativos, eventualmente provocados pela disseminação de tarefas e actividades, e por outro, a focagem nos resultados.

3.1. Algumas considerações sobre formulação e selecção de objectivos.

Para uma correcta formulação e selecção de objectivos, tem todo o cabimento distinguir entre: finalidades ou metas e objectivos gerais e específicos.

É de todo aconselhável um projecto não se espartilhar em demasiadas finalidades (pois os seus promotores correm o risco de se perderem), escolhendo, por isso, uma só finalidade.

É necessário, então, escolher pontos intermédios de chegada: falamos da definição de objectivos gerais e específicos.

Os objectivos gerais indicam as grandes intenções de um projecto. Em regra, como também não são formuláveis em termos operacionais, carecem de datação e de localização precisas.

Os objectivos específicos devem permitir desmontar os objectivos gerais, pelo que terão que se formular em termos operativos, o que deixará avaliar da sua concretização. Por outro lado, serão susceptíveis de ser atingidos a curto prazo e o seu enunciado não dará lugar a ambiguidades de interpretação sendo, sempre que possível, quantificados. Os objectivos específicos têm como alcance o sector de actividade em relação aos quais são definidos.

4. Porquê?...


Um projecto implica, da parte dos intervenientes, motivação, coerência no caminho a percorrer, pelo que deve estar de acordo com os valores e princípios que regem a sua conduta na vida e na escola.

Assim sendo, há que perguntar: por que o faço? Apetece-me fazê-lo? Independentemente das dificuldades, dar-me-á satisfação? Antevejo o meu enriquecimento como aluno e pessoa?

Se, em grande parte, o projecto se instaura em função de necessidades e interesses da população-alvo, em boa parte deve ir ao encontro das nossas legítimas aspirações, sentidas por nós próprios.

5. Com quê e com quem?...

Que condições se reúnem para levar a cabo o projecto? Que recursos encontramos disponíveis? Trata-se aqui de clarificar os recursos e forças que poderão contribuir ou obstaculizar a resolução dos problemas.

Que colaboração poderemos obter? Dos professores? Dos colegas? Dos funcionários? Dos órgãos directivos? Das instituições exteriores? Urge, então, estabelecer contactos com quem queremos desenvolver o projecto, auscultando a sua opinião e procurando percepcionar o seu grau de motivação. Para isso, há que explicar com clareza e honestidade, tendo o sentido das limitações, o projecto que se pretende implantar, as estratégias a adoptar e qual a colaboração que deseja do seu interlocutor.

6. Como... fazer, saber, registar ?...

Como fazer: diz respeito às estratégias, isto é, às grandes orientações metodológicas de intervenção do projecto ( ligação entre recursos e objectivos ): faseamento, recursos, metodologias,...

Como saber: convém não esquecer a necessidade de prever momentos para reuniões e encontros para se fazer o ponto da situação, proporcionar e receber o feed-back, medir a distância, em cada fase, em relação aos objectivos propostos. A informação deve difundir-se de forma simples e clara, periodicamente, para que todos os intervenientes (directos ou indirectos) estejam permanentemente a par do desenvolvimento do processo.

Como registar: regista-se com o intuito de ficar com documentos sobre o evoluir do processo e da situação: o antes, o agora e o depois. Os registos fazem parte integrante de todo o trabalho de campo e dão aso a momentos de pausa e reflexão sobre o andamento das tarefas, dificuldades, descobertas, eventuais mudanças de orientação!

7. Como avaliar ?...

A avaliação deve estar prevista e integrada no projecto inicial. Os seus métodos serão estabelecidos de acordo com o tipo de avaliação e de indicadores disponíveis. É obrigatório avaliar, não só o produto, mas também o caminho percorrido (avaliação contínua), sublinhando os seus aspectos positivos e não esquecendo os negativos. A avaliação do produto final tem um carácter global (processo + produto) que poderá revestir-se de diferentes formas: questionários; diálogo aberto; fichas; relatórios.

A elaboração do relatório é um bom método para, de um modo claro, objectivo e sucinto, poder descrever a situação à partida, o processo, os reajustamentos pontuais e a situação à chegada.


http://aulaportugues.no.sapo.pt/trabalhoprojecto.htm

Bibliografia: Como fazer?

3.1 - PRINCÍPIOS GERAIS A CONSIDERAR

3.1.1. AUTORES

a) Pessoas

O nome do autor (pessoa) deve ser dado como aparece no documento, mas de torma invertida, referindo em primeiro lugar o último apelido ou o penúltimo no caso de apelidos compostos, ou com relações familiares.

Ex.: MARQUES, Francisco Batel

CASTELO BRANCO, M.

DAY-LEWIS, Cecil

PORTELA FILHO, Artur

Os nomes espanhóis devem ser referen-ciados pelo apelido que aparece a seguir ao nome próprio.

Ex.: SERRANO PALOMO, L. M.


b) Colectividades

Colectividades autoras seguem várias regras. Alguns exemplos diversificados focarão os casos mais frequentes.

Ex.: ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FARMACÊUTICOS HOSPITALARES

PORTUGAL. Associação Nacional das Far- mácias

FRANÇA. Institut National de l’Information Scientifique et Tecnhique

PORTUGAL. Ministério da Saúde

UNIVERSIDADE DE COIMBRA. Faculda- de de Farmácia. Laboratório de Farma- cologia

ORDEM DOS FARMACÊUTICOS. Lisboa

CROATIAN CONGRESS ON PHARM-ACIE, 1, Zagreb,1996


c) Autor desconhecido

Se o nome do autor não aparece no documento, o título será o primeiro elemento da referência bibliográfica.

Ex.: ÍNDICE nacional terapêutico


d) Editores literários, compiladores, anotadores ou directores literários

Podem figurar como autores se aparecerem destacados na página de título .

Nestes casos deverão acrescentar-se ao nome as abreviaturas correspondentes à função desempenhada.

Ex.: McEVOY, G. K., ed. lit.

BROOKS J., compil.


e) Até três autores

Quando o documento tem vários autores, até três, todos deverão ser mencionados pela ordem que aparecem. Se algum aparecer de forma destacada, deverá ser mencionado em primeiro lugar.

Ex.: KRASNOV, M. L.; KISELIOV, A. I.; MAKARENKO, G. I .


f) Mais de três autores

Quando a responsabilidade é partilhada por mais de três autores, só o primeiro ou o que aparece destacado deve ser mencionado, seguido da expressão "et al." (abreviatura da expressão latina "et alli" que significa "e outros") .

Ex.: FEIO, J. A. L. [et al].

Caso se considere de grande interesse referir o nome de todos os responsáveis, pode, sem infringir esta regra, colocar-se em nota no fim da referência o nome dos co-autores (Ver 4.4, Ex. 2)



3.1.2- TÍTULOS

a) Apresentação

Os títulos reproduzem-se como aparecem no documento, respeitando-se as regras de uso de abreviaturas, maiúsculas ou outras.


b) Complemento do título (subtítulo)

Poderá ser referido desde que se considere de interesse para melhor compreensão ou identificação.

Ex .: Drug concentration monitoring : an

approach to national use .


c) Supressões

Se o título ou complementos do título forem longos, podem ser abreviados desde que não se perca a informação essencial.

Ex.: Pharmacological and chemical synonyms: a collection of names of drugs.



3.1.3 - TÍTULOS DE PUBLICAÇÕES EM SÉRIE (revistas)

a) Abreviaturas

Os títulos das publicações em série podem ser dados de forma abreviada. Neste caso deverão seguir-se as regras de abreviaturas (1)

Ex.: Int. J. Pharm. (International Journal of Pharmaceutics)

Rev. Farm. Clin. (Revista de Farmácia Clínica)


b) Títulos expressos por iniciais ou acrónimos

Neste caso deve referir-se a forma desenvolvida como complemento.

Ex.: TIPS: Trends in Pharmacological Sciences

JAMA: The Journal of the American Medical Association


c) Publicações com secções

Se a publicação em série tem várias secções ou subdivisões devem ser acrescentadas ao título.

Ex.: Current Contents: Life Sciences

Anales de Química: International Edition

Garcia de Orta: Série de Antropobiologia


d) Publicações com o mesmo título

Para identificar publicações em série com o mesmo título deve acrescentar-se a este o nome do local de publicação.

Ex.: Natura. Amsterdam

Natura. Milano



3.1.4 - EDIÇÃO

O número da edição deverá ser sempre referido desde que não seja a primeira .


a) Apresentação

Os dados da edição podem ser abreviados e indicam-se como aparecem no documento.

Ex.: 4th rev. ed.

Ed. canadiana

Nuova ed.

5e. éd. rev. par l’auter.



3.1.5 - LOCAL DE PUBLICAÇÃO

a) Local desconhecido

Se o local de publicação não for referido no documento deve usar-se a expressão latina "sine loco" (sem local) abreviada e entre parênteses rectos [S. 1.]


b) Vários locais

Se no documento forem referidos vários locais de publicação mas com o mesmo editor, basta referir o primeiro seguido de [etc.] .

Se a cada local corresponderem editoras diferentes podem transcrever-se até três.

Ex.: Paris [etc.]

Paris: Masson; London: Pergamon



3.1.5 - EDITOR

a) Apresentação

O nome do editor transcreve-se como aparece no documento ou de forma abreviada.

Ex.: MacMilan (MacMilan and Co. Limited)

Presença (Editorial Presença)


b) Mais do que um editor

No caso de haver mais do que um editor, segue-se o que foi dito para o local de edição.


c) Editor desconhecido

Se o editor não for mencionado no documento usa-se a expressão " sine nomine " (sem nome) de forma abreviada e entre parênteses rectos [s. n ]

Ex.: London: [s. n.]



3.1.6 - DATA DE PUBLICAÇÃO

a) Apresentação

O ano de edição do documento é transcrito em algarismos árabes.

As datas de certos tipos de documentos como jornais, patentes, documentos legislativos, etc. São indicadas de t‘orma completa, ou em números (ano-mês-dia) ou com o mês por extenso ou abreviado (dia-mês-ano) .

Ex.: 1995-03-17

12 Ag. 1992

7 Abr. 1988


b) Ano de publicação desconhecido

Caso não fique no documento, devem indicar-se o ano de impressão, de copyright, de depósito legal ou a presumível.

Ex.: imp. 1992

Cop. 1995

[1985?]

[199-?]



3.1.7- USO DE ABREVIATURAS

Podem usar-se abreviaturas dos nomes próprios dos autores ou de outros intervenientes na obra, de colectividades autoras cuja abreviatura está consagrada pelo uso (OMS, UNESCO, etc . ), outros termos correntemente utilizados nas referências bibliográlïcas (ed., vol., p., etc.) e ainda os títulos das publicações em série (Ver 3.1.2 d).



3.1.8- USO DE MAIÚSCULAS

a) Títulos

A utilização de maiúsculas nos títulos é condicionada pelo uso da língua.

Ex.: IgM no recém-nascido

The inibition of tyrosinase by hydroxypy-ridinonas

Leben und Werk des Begründers der modernen wissenschaftlichen Phar-mazie


b) Devem usar-se maísculas nos seguintes casos:

- Primeira letra de cada zona da referência bibliográfica.

- Apelido do(s) autor(es) que são início das referências bibliográficas.

- Primeiras letras dos nomes das colectividades.

- Primeira palavra do título e seguinte se a primeira não for significativa quando o documento não tem autor e a entrada de referência se faz pelo título.

Ex.: MARTINDALE: The extra pharmac-opeia

A EMPRESA e a investigação



- Primeira letra de cada palavra dos títulos das publicações em série.



3.1. 9 - ELEMENTOS A DESTACAR

Nas bibliografias e listas de reFerências bibliográficas, os títulos das monografias e os títulos das publicações em série devem ser destacados.

Para tal pode recorrer-se ao sublinhado, às aspas, ou ao uso de tipo de letra diferente dos outros elementos da referência (bold, itálico ou outro).

Nos exemplos apresentados no ponto 4 são usadas essas várias formas.

Salienta-se, no entanto, que uma bibliografia a forma escolhida é usada para todas as referências.


http://teses.mediateca.pt/apoio/html/np405/ref_biblio.htm

domingo, 10 de outubro de 2010

Células Estaminais


O que são células estaminais?

As células estaminais são células que:
 São indiferenciadas e possuem capacidade de se dividir indefinidamente
 Podem diferenciar-se dando origem a diversos tipos de linhagens celulares
 Possuem o potencial de se tornarem células maturas com características e funções especializadas, como por exemplo, células nervosas, células cardíacas, células da pele, do sangue, do osso e da cartilagem
A célula estaminal totipotente
O tipo de célula estaminal com maior potencial de diferenciação é o ovo fertilizado ou zigoto que dá origem aos tecidos que constituem o embrião e aos tecidos essenciais no desenvolvimento embrionário, como o cordão umbilical e a placenta. Devido a esta característica de diferenciação em qualquer tipo de tecido, é designada por célula totipotente, pois é a partir dela que se formam todos os outros tipos de células que compõem um ser humano adulto.

Células estaminais embrionárias vs células estaminais adultas
De uma forma simples, e de acordo com a sua origem, podem dividir-se as células estaminais em dois grandes grupos: células estaminais embrionárias e células estaminais adultas.
As células estaminais embrionárias existem numa fase inicial do desenvolvimento embrionário, o blastocisto (3 a 5 dias após a fertilização do ovo), anterior à sua implantação na parede do útero. Estas células são pluripotentes, ou seja, podem diferenciar-se em células derivadas das diferentes camadas embrionárias (mesoderme, endoderme e ectoderme). Cada uma destas camadas dá origem a diferentes tipos de tecidos especializados.
As células estaminais adultas são células não diferenciadas que se encontram em tecidos diferenciados e especializados. Estas células têm a capacidade de se auto-renovar durante toda a vida do organismo.
Esta capacidade permite a ocorrência de processos de regeneração dos tecidos do nosso organismo, onde se encontram presentes. A medula óssea, a retina, a córnea, a polpa gengival, a pele, o fígado, o tracto gastrointestinal e o pâncreas constituem fontes de células estaminais adultas.

Células estaminais do cordão umbilical
As células do cordão umbilical são células estaminais adultas com o potencial de se diferenciarem em células da linhagem hematopoiética e da linhagem mesenquimal.
 As células estaminais hematopoiéticas são células com capacidade de se diferenciar em células de linhagem sanguínea (glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plaquetas).
 As células estaminais mesenquimais são uma população de células variada, precursora de células de osso, cartilagem, gordura e tecido fibroso conjuntivo.
O enorme potencial das células estaminais se diferenciarem em distintos tipos de células que constituem os tecidos de um organismo, confere-lhes uma elevada capacidade em termos de aplicações terapêuticas a nível da Biotecnologia Clínica.

Células estaminais mesenquimais
A primeira referência sobre o isolamento de células estaminais mesenquimais (CEM) foi publicada em 1997. Desde essa altura o conhecimento sobre este tipo de células evoluiu bastante e actualmente já é possível caracterizá-las com relativa facilidade. As CEM são células indiferenciadas, com capacidade de auto-renovação e uma capacidade proliferativa, ou seja, de multiplicação, muito elevada. Possuem uma característica muito importante de suporte do crescimento e da expansão das células estaminais hematopoiéticas (as isoladas a partir do sangue do cordão umbilical), promovendo igualmente o seu enxerto quando aplicadas em conjunto. Podem diferenciar-se em condrócitos (células da cartilagem), osteócitos (células de osso, tendão ou ligamentos), adipócitos (células de gordura) e miócitos (células de músculo).

As células estaminais mesenquimais podem ser isoladas essencialmente a partir de 3 fontes: sangue do cordão umbilical (SCU), matriz do cordão umbilical (MCU) e a partir da medula óssea (MO).
O sangue do cordão umbilical, rico em células estaminais hematopoiéticas (que se diferenciam maioritariamente em células do sistema sanguíneo) possui também células estaminais mesenquimais, mas em quantidades muito reduzidas. O seu isolamento, a partir do sangue do cordão umbilical, é controverso não se conseguindo CEM em grande parte das amostras de sangue de cordão umbilical.
Também na medula óssea e no cordão umbilical, para além das células estaminais hematopoiéticas, existem células estaminais mesenquimais. É possível isolar um número muito superior de células comparativamente ao SCU.
Na medula óssea o processo de obtenção das células é doloroso, implicando sempre a aplicação de anestesia geral, e tem um rendimento muito baixo.
Em oposição, o isolamento a partir do tecido do cordão umbilical tem um rendimento de 100%. Ou seja, é possível o seu isolamento a partir de todas as amostras. É um processo não-invasivo tal como o do sangue do cordão umbilical.
O isolamento pode ser efectuado a partir da matriz ou estroma do cordão umbilical (Wharton´s Jelly) e do subendotélio da veia do cordão umbilical.
Em laboratório estas células podem ser identificadas através da sua morfologia (fibroblastos que crescem aderentes a uma superfície) e de marcadores característicos presentes na sua membrana.
Para além das características enunciadas, as CEM isoladas a partir do cordão umbilical não possuem um complexo de histocompatibilidade major completo encontrando-se ausentes os genes do subgrupo II e um gene do subgrupo I (HLA-DR). Esta característica tem uma enorme importância quando se trata da compatibilidade entre o dador e o receptor. Mesmo não havendo uma compatibilidade entre o dador e o receptor, a probabilidade de ocorrência de doença do transplante contra o hospedeiro (ou seja, a rejeição por parte do receptor do transplante) é praticamente nula.
Foi, de facto, observado que a primeira injecção de células estaminais mesenquimais não produz qualquer resposta imunológica (não houve a produção de anticorpos). Só após repetição de injecções se verifica, em alguns casos, uma resposta imunológica com estas células não havendo, no entanto, rejeição do transplante.

DIFERENÇAS ESSENCIAIS ENTRE AS CEM DA MEDULA ÓSSEA, DO SCU E DA MATRIZ DO CORDÃO UMBILICAL:
 Existe uma menor percentagem de CEM no SCU do que nas outras fontes
 A maior percentagem de CEM encontra-se na matriz do cordão umbilical
 As células do SCU e da matriz do cordão umbilical multiplicam-se mais rapidamente do que as da medula óssea, o que é indicativo de uma menor diferenciação das células
 As CEM são isoladas em 100% das amostras da matriz cordão umbilical, enquanto que as que são isoladas a partir do sangue do cordão umbilical rondam os 63% das amostras
 Para se conseguirem isolar CEM a partir do sangue do cordão umbilical a amostra não poderá ter mais de 5 horas após o parto
 A recolha destas células a partir da medula óssea é um processo invasivo e doloroso.

Em conclusão, as células estaminais mesenquimais são células estaminais multipotentes que se encontram presentes em vários tecidos do corpo humano. O seu isolamento a partir do cordão umbilical, que seria descartado após o parto, é fácil, indolor e não acarreta custos de recolha ao contrário das células estaminais mesenquimais isoladas a partir da medula óssea ou do sangue periférico. Estas células podem ser armazenadas/criopreservadas ao mesmo tempo que o sangue do cordão umbilical, alargando o leque de aplicações terapêuticas. Está provado que, efectivamente, o seu isolamento a partir do cordão umbilical é bastante consistente, sendo sempre possível obter células que poderão ser multiplicadas.





in http://www.cytothera.pt/pt/Informa%C3%A7%C3%A3oCient%C3%ADfica/AsC%C3%A9lulasEstaminais.aspx

Células Estaminais


O que são?
As células estaminais (células-mãe ou células-tronco) são células capazes de se auto-renovarem e de se diferenciarem em diferentes tipos de células ou tecidos. As células estaminais diferem das restantes células do organismo por terem as seguintes características:
1. São células indiferenciadas e não especializadas
2. Têm a capacidade de se autorenovar e dividir indefinidamente
3. São capazes de se diferenciar em linhagens celulares distintas.
Para que as células estaminais se diferenciem em células específicas de tecidos ou órgãos, é necessário haver um condicionamento biológico que determine a sua evolução específica. Durante o desenvolvimento embrionário, as células estaminais especializam-se, originando os vários tipos de células do nosso corpo, como as células musculares, nervosas, cardíacas, ósseas e glóbulos vermelhos.
Mais tarde, no adulto, as células estaminais limitam-se a reparar tecidos danificados e a substituir as células que vão morrendo. O exemplo mais conhecido é a constante renovação das células sanguíneas, como os glóbulos vermelhos, a partir de células estaminais presentes na medula óssea.

A origem das células estaminais
As células estaminais podem ser obtidas a partir do embrião pré-implantação (células estaminais embrionárias), do embrião pós-implantação e do feto (células estaminais fetais), da placenta, ou de um organismo adulto (células estaminais adultas). Nem todas as células estaminais têm o mesmo potencial de diferenciação.

Essa origem caracteriza as três grandes categorias de células estaminais, as totipotentes (têm um potencial de diferenciação ilimitado, podendo originar qualquer tipo de célula e tecido; existem no embrião pré-implantação com 3 dias de vida, estádio de 6-12 células), as pluripotentes (têm um potencial de diferenciação mais limitado, podendo originar qualquer tipo de tecido do organismo, à excepção da placenta; existem no embrião pré-implantação com 6 dias de vida, o blastocisto, e no embrião pós-implantação), e as multipotentes (têm um potencial de diferenciação mais restrito, originando células de tecidos específicos; existem nos fetos tardios, no cordão umbilical, na placenta e nos tecidos adultos).

No entanto, os dados mais recentes indicam que os tecidos fetais, da placenta e dos adultos também possuem uma população minoritária de células estaminais pluripotentes.

As células estaminais adultas são células indiferenciadas que se encontram nos tecidos diferenciados e constituem uma reserva celular do organismo para renovar os tecidos ao longo da vida e para reparação dos tecidos quando ocorre lesão. Estas células foram já isoladas a partir de tecidos como a medula óssea, pele, fígado, pâncreas, sangue, tecido adiposo, ossos, gónadas, entre outros.

Células Estaminais do Sangue do Cordão Umbilical (SCU)
Do sangue do cordão umbilical do recém-nascido podem isolar-se células estaminais hematopoiéticas, que são multipotentes. Estas células possuem a capacidade de se poderem diferenciar nas células da linhagem sanguínea, os glóbulos vermelhos (eritrócitos), os glóbulos brancos (leucócitos) e as plaquetas.

O SCU também possui algumas células estaminais mesenquimatosas, que são pluripotentes. Têm um elevado potencial de diferenciação, podendo originar células do sistema nervoso (neurónios), fígado (hepatócitos), osso (osteócitos), cartilagem (condrócitos), gordura (adipócitos), musculares e musculares cardíacas, entre outras. Também possuem algumas células estaminais endoteliais, que são multipotentes. Estas últimas desempenham uma função importante na formação dos vasos sanguíneos nos tecidos (neovascularização).

As células estaminais hematopoiéticas do SCU têm mostrado menor exigência em termos de compatibilidade baseada no sistema de histocompatibilidade HLA (Humam Leucocyte Antigen), bem como uma menor incidência de rejeição do transplante, quando usadas no repovoamento de medula óssea de doentes após quimioterapia e/ou radioterapia.

Criopreservação
A criopreservação de células estaminais consiste no seu armazenamento em azoto líquido e a uma temperatura de 196ºC negativos (temperatura ideal, que permite o armazenamento por um maior período de tempo), para que toda a actividade biológica cesse, mantendo as células estaminais num estado latente. O processo de congelação é feito gradual e controladamente, de modo a assegurar a viabilidade das células estaminais e a permitir a sua conservação por um longo período de tempo.

Ao criopreservar o sangue do cordão umbilical do seu bebé está, deste modo, a potenciar a possibilidade da sua eventual utilização clínica por um familiar próximo (irmãos, pais, avós, entre outros). Entre familiares, o SCU criopreservado tem uma probabilidade de 25% de ser histocompatível e de ser utilizado no transplante de um irmão ou outro familiar.

As células estaminais hematopoiéticas do sangue do cordão são um recurso clínico de enorme valor para o tratamento de doenças hematológicas, malignas (como por exemplo as leucemias e os linfomas) e não malignas (como por exemplo as anemias, as imunodeficiências e as doenças metabólicas).

Transplante de Células Estaminais
O transplante de células estaminais pode ser realizado usando como doadores potenciais um irmão com perfil de histocompatibilidade HLA (Humam Leucocyte Antigen) idêntico, um voluntário, não relacionado familiarmente mas HLA idêntico, ou sangue do cordão umbilical proveniente de um banco público internacional.

Na ausência de medula óssea compatível para transplante alogénico ou heterólogo (de um dador externo) de células estaminais hematopoiéticas, as células estaminais do sangue do cordão umbilical são um recurso clínico com valor para o tratamento de algumas doenças hemato-oncológicas (doenças do sangue, que podem ser de origem tumoral, como as leucemias).

Futuramente, a aplicabilidade das células estaminais do sangue do cordão poderá estender-se a outro tipo de doenças, como as doenças cardíacas, doenças neurodegenerativas, doenças ósseas, entre outras. Ou seja, a sua utilização na chamada Medicina Regenerativa.
Vantagens da utilização das células estaminais do SCU face às da Medula Óssea
• Existe disponibilidade total de dadores (partos)
• Crio-armazenamento facilitado (concentração em 25 ml)
• Disponibilidade imediata face a qualquer pedido
• Possível armazenar indefinidamente, pode ser antecipadamente certificado
• Risco praticamente nulo de transmissão de doenças
• A colheita de sangue do cordão umbilical não tem riscos nem causa transtornos, não necessita de métodos invasivos
• Contém células estaminais mais jovens (utilização alogénica mais ampla)
• Maior número de HSPC
• Exposição prévia mínima das HSPC a antigénios – menor risco de reacção de GvHD e maior capacidade de reacção enxerto-versus-tumor
• Menor risco de reacção alogénica (3/6 histocompatibilidade)
• Maior taxa de expansão, proliferação e replicação (cerca de 10 vezes superior)
• Maior potencial de sucesso do enxerto
• Imunossupressão mais atenuada quando doação alogénica do SCU criopreservado tem uma probabilidade de 25% de ser histocompatível


Medicina Regenerativa
As células estaminais do sangue do cordão umbilical são tão poderosas que têm vindo também a ser aplicadas com sucesso tanto na regeneração de tecidos (Medicina Regenerativa), como no enfarte do miocárdio e nas fracturas ósseas. Futuramente, a aplicabilidade das células estaminais do sangue do cordão poderá estender-se a outro tipo de doenças, como as doenças neurodegenerativas e a diabetes.

No laboratório CRIOVIDA, e de acordo com as normas da NETCORD/FACT, estas células estaminais são criopreservadas num saco especialmente concebido, em que um pequeno volume extra de sangue do cordão está isolado do principal para transplante. O sangue do cordão extra serve para, a pedido das Famílias e dos seus médicos, ser realizada a expansão in vitro das células estaminais.

Esta expansão tanto pode ser usada no transplante do SCU principal por haver necessidade de um maior número de células estaminais, como pode ser utilizada para outros fins sem se utilizar o SCU principal, que se mantém reservado para transplante. Neste último caso, a expansão do sangue do cordão extra seria para se poder utilizar a potencialidade das células estaminais do SCU na regeneração de tecidos, ou seja, em outras doenças do próprio ou de seus familiares.

Doenças Tratáveis com Células Estaminais
Nestes casos, o tratamento com células estaminais hematopoiéticas (presentes no sangue do cordão umbilical) é eficaz e já está totalmente comprovado, padronizado e generalizado. Para algumas destas doenças, as células estaminais hematopoiéticas são o único tratamento disponível. Para outras doenças, são só empregues quando os outros tratamentos disponíveis falham ou quando a doença é muito agressiva e rápida.

1. Leucemias
Cancro das células do sangue com função imunológica, cancro dos leucócitos, ou cancro dos glóbulos brancos.
2. Síndromes Mielodisplásicos
Pré-leucemia.
3. Linfomas
Cancro dos leucócitos que circulam no sangue e nos gânglios linfáticos.
4. Anomalias Hereditárias dos Eritrócitos
Os glóbulos vermelhos contêm hemoglobina que é o transportador do oxigénio no corpo humano.
5. Outras Doenças da Proliferação das Células Sanguíneas
6. Cancro na Medula Óssea
Doenças dos plasmócitos. Plasmócitos são linfócitos-B que segregam os anticorpos.
7. Outros Cancros
Sem origem nas células sanguíneas.


Doenças com Tratamento em Fase de Ensaio Clínico
Nestas doenças, o tratamento com células estaminais hematopoiéticas (presentes no sangue do cordão umbilical) é benéfico mas ainda não está padronizado e aceite para ser generalizado. Para em alguns casos, as células estaminais hematopoiéticas retardam a evolução da doença mas não a curam. Noutros casos, as células estaminais hematopoiéticas curam a doença mas a dose e a metodologia de aplicação das células estaminais hematopoiéticas ainda está em fase de investigação clínica.

1. Transplantes para Tumores Cancerígenos
2. Transplantes para Doenças Hereditárias que Afectam o Sistema Imune e Outros Órgãos
3. Transplantes para Doenças Metabólicas Hereditárias
4. Transplantes para Doenças da Proliferação Celular
5. Transplantes para Doenças do Sistema Nervoso Central
Esclerose Múltipla
6. Terapia Génica
Transplante de HSPC geneticamente modificadas.
7. Cardiomioplastia Celular
Reforço do músculo cardíaco lesado, por infusão de HSPC ou por promoção do seu crescimento.
- Autotransplante de HSPC
- Indução da Chamada ao Músculo Cardíaco das HSPC e Indução da sua Proliferação por Fármacos


Doenças com Tratamento em Fase Experimental
Nestas doenças, o benefício do tratamento com células estaminais hematopoiéticas ainda não foi comprovado. Nalguns casos, os tratamentos já se encontram em Ensaio Clínico de Fase I (comparação do tratamento com HSPC com o tratamento com outra terapia, para ver se as células estaminais hematopoiéticas dão resultados melhores). Noutros casos, as experiências ainda estão em fase laboratorial (culturas celulares, animais).

1. Doenças Auto-Imunes
2. Terapia Génetica
3. Reparação de Células do Sistema Nervoso
4. Reparação de Fracturas Ósseas
5. Reparação Órgão

in http://www.criovida.pt/celulas_estaminais.aspx

6/10/2010

Esta aula foi apenas de 45 minutos, visto que a professora tinha uma reunião sobre o Projecto de Empresas, o qual a minha turma irá participar.
Começámos a aula por preencher uma ficha sobre os recursos de pesquisa a que tinhamos acesso.
O tempo restante da aula foi passado a falar sobre o planeamento dos nossos projectos e ideias para desenvolver ao longo do ano lectivo.

4/10/2010

Dado o início desta aula, a professora informou-nos que não iria ser possível trabalhar no computador, pois não havia Internet. Então a professora propôs à turma para irmos para a biblioteca da escola, para podermos fazer alguma pesquisa. Antes de irmos, formamos os grupos com quem iríamos trabalhar ao longo do ano lectivo. O meu grupo é constituído por mim, Laura Sousa, Carolina Costa e Joana Câmara, sendo o nosso tema as "Células Estaminais".
Já na biblioteca, procurámos, sem sucesso, informação sobre o nosso tema ou algo relacionado, nos livros, revistas, etc. Então decidimos planear as actividades que iríamos desenvolver ao longo deste ano lectivo, partilhando ideias.

Curriculum Vitae






29/09/2010

Como na aula anterior não conseguimos realizar o CV devido à falta de Internet, mudámos de sala. Assim foi-nos possível a realização do CV com sucesso, por parte de todos os alunos.

27/09/2010

Para esta aula foi requisitado o Laboratório móvel para podermos aceder à Internet, com o objectivo de realizarmos o nosso Curriculum Vitae. Após várias tentativas de conecção à Internet, fomos informados de que a sua ligação iria ser impossível, visto não haver Internet naquele piso, sendo adiada a realização do CV.
Para prosseguirmos com a aula, a professora apresentou um powerpoint sobre o que constituía um portefólio, bem como as várias maneiras de organizá-lo.

22/09/2010

Começámos a aula por responder, individualmente, a uma ficha sobre a disciplina. Depois juntámo-nos em grupos para discutir as nossas respostas. Após chegarmos a uma conclusão, debatemo-as com o resto da turma.
Em seguida, a professora fez-nos uma apresentação, em multimédia, sobre a disciplina e também sobre as etapas que deveremos seguir para desenvolver o projecto.

20.09.2010

Sendo esta a primeira aula de Área de Projecto do ano lectivo 2010/2011, a professora Antónia Alves começou por se apresentar, ao qual se seguiu também a apresentação da disciplina e dos alunos.
De seguida. a professora informou-nos sobre a necessidade de realização de um diário de bordo de todas as aulas, explicando-nos o seu procedimento.
Continuámos a aula com o preenchimento de algumas fichas. A professora informou-nos também sobre a elaboração do Curriculum Vitae, para acrescentar ao nosso portefólio.
Posto isto, debatemos sobre as várias alternativas de apresentação do projecto que iria ser desenvolvido.